Utopia

«Vem por aqui» - dizem-me Alguns com olhos doces, Estendendo-me os braços, e seguros de que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: «vem por aqui»! Eu olho-os nos olhos lassos, (Há nos meus olhos alegrias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade Com que rasguei o ventre de minha mãe. Não, não vou por ai! Só vou por onde Me levam meus próprios passos...

Quarta-feira, Maio 31, 2006

Redacção feita por uma aluna de Letras

"Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se
encontravam no elevador.
Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos
pelas preposições da vida.
O artigo, era bem definido, feminino, singular. Era ainda novinha, mas
com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingénua, ilábica, um pouco átona, um pouco ao contrário dele, que
era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por
leituras e filmes ortográficos.

O substantivo até gostou daquela situação; os dois, sozinhos, naquele
lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou
a insinuar-se, a perguntar, a conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse
pequeno índice.

De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro.
Óptimo, pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns
sinónimos.

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador
recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára
exactamente no andar do substantivo.

Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela no seu aposento.
Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma
fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para
ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram a conversar, sentados num
vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi
usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um
imperativo.

Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.
Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o
seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que
nem um período simples, passaria entre os dois.

Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele
não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu
apóstrofo.

É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava
totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois
géneros.

Ela, totalmente voz passiva. Ele, completamente voz activa.

Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando
cada vez mais.

Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do
objecto, tomava a iniciativa.

Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular.
Ela
era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o
pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

Nisto a porta abriu-se repentinamente. Era o verbo auxiliar do
edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e
adjec tivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de
preposições, locuções e exclamativas. Mas, ao ver aquele corpo jovem,
numa acentuação tónica, ou melhor, subtónica, o verbo auxiliar logo
diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar
particípio na história.

Os dois olharam-se e viram que isso era preferível, a uma metáfora por
todo o edifício.

Que loucura, meu Deus. Aquilo não era nem comparativo. Era um
superlativo absoluto.

Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele
predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada
vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e
propondo claramente uma mesóclise-a-trois.

Só que, as condições eram estas. Enquanto abusava de um ditongo nasal,
penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento
verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido
depois dessa situação e pensando no seu infinitivo, resolveu colocar um
ponto final na história.

Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e
voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o
artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

Dia Mundial do Antitabagismo




Ontem, no café Bambolina, depois de uma daquelas discuções bem acesas sobre o tabagismo, surgiu a ideia de uma acção concertada de sensibilização aos fumadores do desespero dos não fumadores por se verem impossibilitados de ir a um café conviver com os seus amigos sem serem inundados de tabaco!

Engraçado que olhei à minha volta e estava uma nuvem de fumo enorme...

Quase todos os presentes estavam a fumar! Eu e o Pedro a inalar aquele mortal fumo.

Fui fumadora praticante até há relativamente 8 meses atras, neste momento posso dizer que não pratico! Até quando não sei... Mas gostava de sensibilizar os outros para o desespero de não ter um unico local para convivio que não esteja repleto de fumo!!!

Assim sendo e hoje se for possivel mobilizar pessoas e mascaras...

Vamos lá malta, quem não fuma vá ao café de mascara na cara!!!

INDIGNEM-SE!!!

Mostrem a vossa insatisfação!!!

Eu vou tentar mobilizar o pessoal para a Bambolina pelas 22 horas...

Vou informar os meios de comunicação...

Nova peça de vestuário indispensável aos não fumadores a mácara!

Vamos lá ser originais!!!

Só assim poderemos ver o resultado da nossa indignação!

Copia este texto e envia a todos os teus amigos para mobilizar o maximo número possivel de pessooas!

Faço isto porque tenho um filho e quero um Mundo Melhor para ele! Cabe-me a mim encurtar caminho para que ele o encontre e continue a lutar como a mãe!!!

A minha filhota, linda!


Tão menina, tão MULHER!
Tão cheia de dúvidas, simples consequência da sua vasta sabedoria!
Agressiva perante a vida, serena com a sua existência, ela impõem-se como MULHER que sabe o que quer.
Lutadora, sonhadora, e muito exigente consigo própria tenta tocar a perfeição e... Por vezes desespera... porque a perfeição é utopia... um caminho sem fim... Nunca se toca!!!
O seu crescimento interior por vezes dá-me vertigens!
No entanto sabe parar para pensar e voltar a arrumar ideias, e quando alcança a tão desejada etapa...! Parte para outra imediatamente a seguir! E porque a vida tem destas coisas... é necessário termos paixão, adrenalina, um objectivo para acordarmos de manha... sorrirmos... e dizer simplesmente:
-Boa dia vida!!!
Esta é o que penso da minha Menina-Mulher, que tem a idade muito perto de um bébé que perdi (ainda em fase de gestação) e o nome que teria colocado se fosse menina!
Se a tivesse educado eu... melhor não faria!
A minha filha é simplesmente linda!

-Bom dia filhota!

Domingo, Maio 28, 2006

O Mercador de Veneza

"A adaptação da peça homônima escrita por William Shakespeare se passa na Veneza do século 16. O jovem nobre Bassanio (Joseph Fiennes) pede dinheiro emprestado ao amigo Antonio (Jeremy Irons). O objetivo de Bassanio é viajar a Belmont e pedir a mão de Portia (Lynn Collins). No entanto, Antonio não pode emprestar o dinheiro e só resta ao jovem procurar o agiota Shylock (Al Pacino). O amigo pede dinheiro ao negociador pessoalmente, prometendo-lhe um naco de sua própria carne caso não haja pagamento. Essa negociação acaba mudando a vida de todos em volta de Bassanio. "


Elenco:
Lynn Collins, Ron Cook, Allan Corduner, Charlie Cox, Mackenzie Crook, Joseph Fiennes, Gregor Fisher, Jeremy Irons, Al Pacino

Direção:
Michael Radford

Produção:
Cary Brokaw, Michael Cowan, Barry Navidi, Jason Piette

Fotografia:
Benoît Delhomme

Trilha Sonora:
Jocelyn Pook

É Shakespeare palavras para quêm? É somente um escritor do século 16, com uma visão sem limites...
Este filme fez-me pensar, repensar e voltar a pensar sobre o que é a lei, o racismo, os Judeus e a História, adorei o discurso do Alpacino quando chama a atenção para o que sentem os marginalizados, INCRIVEL como já neste tempo Shakespeare já chamavva a atenção para os sentimentos dos marginalizados.
A forma como a lei pode ser interpretada conforme o objectivo que se pretende... Como por vezes os advogados podem com sabedoria fazer a lei ser escrava de si mesma!
Incrivel como esta Obra é tão atemporal!

Jojo



E fomos á praia!!!

Esta é a Jojo, a Mãe mais linda do Mundo!

Simples. dedicada, desinteressada, quando gosta... gosta mesmo, diz-te na cara tudo o que pensa sem constrangimentos, mesmo que te vá doer... é uma mãe acolhedora e uma avó sem palavras...

À sua volta tem sempre malta nova, porque é jovem, muito jovem... tem um gosto especial por decoração de interiores, incrivelmente faz de pouco muito bonito...

Já teve muito... e agora tem muito mais, porque tem as memórias, tem a expriencia, e tem uma roda de amigos que a admiram muito e que bebem dela o modo de vida que escolheu...

Sábado, Maio 27, 2006

Código DaVinci


Interessante, contudo esperava mais acção do filme!
Talvez esperasse que explorassem melhor o alerta para o crime de alterar os dados da História... O crime de ocultar a verdadeira história... a destresa do mestre ao mostrar a verdade nas suas obras de arte... As seitas... A Igreija Católica... A Opus dei... Na verdade esperava que me ilucidasse muito mais...
O Opus Dei e monges , Opus Dei e mortificação corporal, Opus Dei e seitas, Opus Dei e a mulher, Opus Dei e as finanças do Vaticano, A canonização do fundador do Opus Dei ...
Existem tantas coisas sem resposta...

Gostava de ter saido do filme com algumas respostas... ou pelo menos com o assunto bem definido, e a sensação com que sai do filme é que fizeram uma abordagem soft de um tema tão polémico, parece que falavam a medo, não quizeram definir posição!!!

Ou se é polémico e corajoso, ou então fica-se em casa e compra-se um cão.

Sexta-feira, Maio 26, 2006

És linda por fora e por dentro!!!


Esta é a mana linda que tenho!
A familia é-nos imposta, mas os amigos somos nós que escolhemos!!!
Esta minha mana partilha tudo comigo sem constrangimentos...
Bem tudo, tudo não (gajos não entram)
Mas tem uma MÃE linda, um PAI adoravel, um FILHO MAGNIFICO e tudo isto ela partilha comigo!
Além dos mimos intransmissiveis que me dá quando estou na merda! Ralha comigo quando faço porcaria... mas dá-me sempre os dois ombros para chorar (hehehehehe)...
Como se pode ver é LIIINNDDDDDAAAAAAAA por dentro e por fora!

Lamecha ou não tou-me a lixar mas eu adoro estar apaixonada por qualquer coisa que seja e ESTA FAMILIA é de facto uma das minhas PAIXÕES actuais...
AMO-VOS MUITO!!!

Bora lá ajudar

"Av Amália Rodrigues nº 23
2775 São Domingos de Rana
telefone: 21 445 68 02
fax: 21 445 68 03
mail: casadacrianca@mail.telepac.pt
Casa da Criança de Tires


O que estamos a precisar:
· Obras de remodelação para a nossa Casa
· Projecto de remodelação da Sala de jantar e gabinete
· Reestruturação das cómodas dos quartos
· Donativos monetários
· 12 baús de madeira para guardarmos os nossos segredos
· 6 tapetes do IKEA em forma de caracol e joaninha para os nossos quartos ficarem mais bonitos
· Molduras do IKEA só com vidro (diferentes tamanhos) para as paredes ficarem mais coloridas com os nossos desenhos e fotografias
· Um microondas
· Uma máquina de café expresso para as noites de vigília
· Uma varinha mágica para a nossa sessão de culinária aos Sábados
· Um ferro a vapor muito potente para passarem a ferro as nossas roupinhas
· Uma televisão
· Um video
· Um leitor de DVD e filmes
· Resmas de folhas brancas A4 para impressora
· Cartuchos para impressora HP PSC 1410
· Toalhas para banho
· Roupa dos 3 aos 10 anos
· Alimentos (leite, iogurtes, sumos, bolachas, salsichas, congelados,...)
· Produtos de higiene
· Muitos Amigos

Lembramos que como somos uma IPSS, podemos passar recibo de donativo através da Lei do Mecenato de quaisquer ofertas que recebamos"

Quarta-feira, Maio 24, 2006

Florbela - Gosta-se e é tudo!



Esta é a mulher que me tem acompanhado pela vida fora desde os meus 16 anos...

Somos tão diferentes...

Mas nada nos separa, e a pureza e sinceridade por vezes ultrapassam todas as barreiras...

Muitas histórias teremos para contar no lar para onde iremos as duas (mais a Rosário claro), nos intervalos entre as corridas de rodas que vamos organizar! Mas atenção que vos vou desaparafusar os parafusos das vossas rodas é que eu não gosto de perder nem aos feijões.

hehehehehehe

Sorri no trabalho e para o trabalho!

"O colega do lado" por Maria João Lopo de Carvalho

Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe,
gramamos o Marido (ou a mulher) porque o escolhemos de livre vontade,
mas gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa
e temos de levar com eles em cima, a bem ou a mal,
na melhor das hipóteses, oito horas por dia.
Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e feriados;
o marido e os filhos, duas, três horas por dia,
no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas);
e os outros,
para os quais não fomos ouvidos nem achados,
dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada.

É com eles que rimos, choramos,
que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados,
que vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos,
que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices,
os nossos amigos ou, pior, os nossos principais inimigos.
É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes,
mas também, e como há tempo para tudo,
o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor,
a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar),
a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria
(enfim, todos sabem como e porquê.
"Ai, você hoje está linda.", "Acha Dr.?",
"Não acho, tenho a certeza, brilha como a lua").",
achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada.

O ambiente de trabalho é assim,
muitas vezes, uma impiedosa arena do circo romano onde se mata quem é fraco,
sobrevive quem é forte. É esta a tragédia da questão.
Competitividade e matança são armas letais de significado idêntico - desafie-se o poder!
Mas como perder ninguém quer,
ligamos a competição à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo),
tudo em circuito fechado,
para que a via-sacra da matança seja forte demais e excitante demais
para a conseguirmos abafar. (...)

Há sempre um gajo porreiro em que nos escudamos e que,
de facto, não nos quer tramar às primeiras;
um gajo que tem dias e que ora amanteiga para direita,
ora amanteiga para a esquerda
- é o gajo que quando a coisa corre bem foi ele próprio que a fez (é "muita bom"),
quando corre mal, fomos nós, pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar,
infelizmente não acreditámos no seu teatro.

Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos:
aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador,
que nos desfazem em strogonof pelas costas,
que controlam as nossas entradas e saídas de cena,
bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal,
a quem com tanta alma chamam "menor",
baralhando sem pudor humilhação com humildade.
Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada
mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na "porra" do dossier.

Nós os portugueses adoramos reunir.
Podemos não fazer a ponta de um corno,
mas reunir tem de ser.
Basta reunir e já está!
Não é nunca o ponto de partida,
é sempre o ponto de chegada.
E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro.
Pode não haver estratégia para mais nada,
mas para tramar o colega do lado aqui vai disto.

Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder.
Todos conhecem a cartilha,
a cru ou disfarçada de fada boa.
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores
têm de arranjar alguém para mau da fita,
é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor.
É com "vasos" destes - que à partida não são nem amigos,
nem filhos, nem marido,
nem sequer os escolhemos num menu
- que temos de partilhar o cheiro, a voz,
e o génio; das ramelas, à barba por fazer;
das malhas na meia ao rímel esborratado,
todas as horas, todos os dias, todos os anos.
É tudo uma questão de "ambiente" no trabalho!"

in Expresso de 09/11/2002

Por expriencia própria a melhor forma de ultrapassar tudo isto é ocuparmo-nos com pensamentos o mais positivos posiveis e sorrirmos!!!

Como diz um grande amigo sorrir por puro egoismo...

Porque ao sorrirmos estamos a proporcionar-nos bem estar!

E ao mesmo tempo a desmotivar os objectivos de mau estar dos outros!

Tenham um bom dia!!!

:)

Terça-feira, Maio 23, 2006

Descoberta do dia


São completamente alucinados!!!
Imaginem só este grupo no Avante!!!
Parece que estam parados há 6 meses, será que não os conseguiamos motivar a voltar?
Bora lá malta, todos a escrever nos blogs, a pesquizar sobre eles quem souber o mail deles enviem façam comentários nos blogs, vamos motivar esta malta que se sabe indignar!!!

ska-p
VILLANCICO
Composição: Desconhecido
"VILLANCICO25, ya es Navidad.
Todos juntos vamos a brindarpor Ruanda, Etiopía.
En Venezuela o en la Indiahoy mueren niños,
¡FELIZ NAVIDAD!Navidades de hambre y dolor.
Ha nacido el hijo de Dios.
El Mesías que nos guía, ofrece su filosofía.
Nadie entiende al hijo de Dios.Mi familia comienza a cantar.
En el ambiente hay felicidad.
En compañía vamos a olvidar la agonía de los pueblosdonde no hay Navidad.
Cantemos, hermanos, todos juntos hacia el Vaticano.
Suelta prenda, ¡COÑO!, que mueren niños de inanición.
Un negocio millonario con la fe de los cristianos
que utilizan a Jesús como el perpetuo salvador.
Jesucristo era un tío normal, pacifista, intelectual,
siempre al lado de los pobres, defendiendo sus valores,siempre en contra del capital.
Crucificado como un animal, defendiendo un ideal.
El abuso de riqueza se convierte en la miseria más injustade la humanidad.
Mi familia comienza...
Cantemos, hermanos, todos juntos...
Fue la Iglesia la que se lo montóy de su muerte un negocio creó.
El Vaticano es un imperio que devora con ingeniopredicando por la caridad.
25, ya es navidad.
Todos juntos vamos a brindarpor un revolucionario que intentó cambiar el mundo,
el primer hippie de la humanidad.
Mi familia comienza...
Cantemos, hermanos, todos juntos...
La Navidad, la Navidad,
ES LA SOCIEDAD DE CONSUMO.MENTIRA, MENTIRA,
la Navidad es mentira, MENTIRA..."

Segunda-feira, Maio 22, 2006

Encontros com o escritor


Gonçalo M. Tavares

"Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Foi Bolseiro do Ministério da Cultura — IPLB com uma bolsa de Criação Literária para o ano 2000, na área de poesia. Em Dezembro de 2001 publicou a sua primeira obra: Livro da dança, na Assírio e Alvim. Recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca da FundaçãoCalouste Gulbenkian e do jornal Expresso com a obra O Senhor Valéry (publicado na Editorial Caminho em 2002) e o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, com Investigações. Novalis (Difel). Publicou O homem ou é tonto ou é mulher e A colher de Samuel Beckett e outros textos, ambos na Campo das Letras e adaptados para teatro. Está representado em antologias de poesia publicadas na Holanda («Hotel Parnassus, Poetry International 2002») e na Bélgica («Het laatste anker» — «O último refúgio — 300 poemas de todo o mundo sobre a morte», Lannoo/Atlas), e editado em revistas inglesas e americanas. Traduzido para italiano com um conto inserido na antologia «Racconti senza dogana» — «Jovens escritores para a nova Europa» (Gremese Editore). No grupo OuLIPO (França) foi realizada, em 2003, uma leitura de algumas histórias de O Senhor Valéry (com tradução e leitura de Jacques Roubaud). Ainda em 2003 publicou O Senhor Henri (Caminho). O Senhor Valéry foi traduzido para francês, com um prefácio de Jacques Roubaud, e editado em Setembro de 2003 na «Joie de Lire». O ano de 2004 assitiu ao crescimento do «Bairro» com o lançamento de O Senhor Brecht e O Senhor Juarroz. Publicou os romances: Um homem: Klaus Klump, em 2003 e A máquina de Joseph Walser (2004) na Caminho.Em 2005 publica, também na Editorial Caminho, a obra vencedora de dois prémios, Jerusalém.Vencedor, em 2004, do Prémio LER/Millenium BCP.Vencedor, em 2005, do Prémio Literário José Saramago.
Obras publicadas na Caminho
O Senhor Valéry (1.ª edição, 2002; 2.ª edição, 2004) «Colecção O Bairro», n.º 1
Com ilustrações a preto e branco de Rachel Caiano
O Senhor Henri (1.ª edição, 2003) «Colecção O Bairro», n.º 2
Com ilustrações a preto e branco de Rachel Caiano
O Senhor Brecht (1.ª edição, 2004) «Colecção O Bairro», n.º 3
Com ilustrações a preto e branco de Rachel Caiano
O Senhor Juarroz (1.ª edição, 2004) «Colecção O Bairro», n.º 4
Com ilustrações a preto e branco de Rachel Caiano
Um Homem: Klaus Klump (1.ª edição, 2003) «O Campo da Palavra», n.º 131
A máquina de Joseph Walser (1.ª edição, 2004) «O Campo da Palavra», n.º 136
Jerusalém (1.ª edição, 2005; 4.ª edição, 2006) «O Campo da Palavra», n.º 142
O Senhor Kraus (1.ª edição, 2005) «Colecção O Bairro», n.º 56
Com ilustrações de Rachel Caiano
O Senhor Calvino (1.ª edição, 2005) «Colecção O Bairro», n.º 58
Com ilustrações de Rachel Caiano"
In: www.editorial-caminho.pt

Prémio Saramago para 'Jerusalém' de Gonçalo M. Tavares Ana Dias Ferreira
DN-Rodrigo Cabrita cerimónia. Pilar del Rio, José Saramago e Guilhermina Gomes aplaudem o premiado, Gonçalo M. Tavares
"Foi uma alegria imensa testemunhar o amor intransigente à arte narrativa. Agradeço o prazer de o ter lido e de lhe dar este prémio. Não o vou perder de vista." Com estas palavras, Nelida Piñon, escritora brasileira e membro do júri, deu início às declarações da cerimónia de atribuição do Prémio José Saramago, que este ano distinguiu Jerusalém, de Gonçalo M. Tavares, um escritor que, só tendo começado a publicar em 2001, conta já com 16 obras no currículo.É o quarto autor a receber este prémio literário bienal no valor de 25 mil euros, instituído pela Fundação Círculo de Leitores em 1999 para celebrar a atribuição do Prémio Nobel da Literatura a José Saramago, e que visa distinguir uma obra literária de um jovem escritor (a idade limite são 35 anos) de língua portuguesa. Este ano o júri foi presidido por Gulhermina Gomes e composto por Nelida Piñon, José Eduardo Agualusa, Pilar del Rio e Vasco Graça Moura.Mais do que um incentivo, para Gonçalo M. Tavares receber este prémio é um reconhecimento, como admitiu ao DN "Não gosto da palavra incentivo porque pressupõe que se não receber prémios não fico incentivado. Escrevi durante 15 anos sem sequer publicar, portanto o grande incentivo para mim é o fazer, e tenho confiança no que faço. Mas confesso que é uma honra receber prémios quando o júri é composto por pessoas com rigor e que têm um grande cuidado e atenção com a literatura."

in: Diario de noticias, 09 de Outubro de 2005


Temos encontro marcado com Gonçalo Tavares no dia 23 terça-feira, na Biblioteca de Alverca pelas 21.30.

Não faltes

Domingo, Maio 21, 2006

Cidade dos Anjos


Cidade dos Anjos(City of Angels) - EUA - 1998 - 114 min. - DramaDireção: Brad SilberlingCom: Nicolas Cage, Meg Ryan, André Braugher, Dennis Franz e outros

Seth (Cage), um anjo irriquieto, de tanto observar a vida dos habitantes de Los Angeles, decide experimentar as mesmas sensações e emoções pelas quais os seres humanos passam. Ele acaba se apaixonando por Maggie (Ryan), uma cirurgiã que, apesar de gostar dele, sequer acredita na sua existência. Se o amor entre ambos valer a pena, Seth poderá trocar a estabilidade do Céu pelo caos da Terra.

Depois deste filme senti que existe uma pessoa pela qual eu se fosse um anjo desejaria ser terrestre, só para puder sentir o seu toque ou o sabor do seu beijo, senti que por AMOR se cometem as maiores atrocidades na vida! E mesmo quando os nossos objectivos não são atingidos, só o facto de pudermos relembrar os momentos de felicidade que tivemos juntos já valeu a pena!!!

Sexta-feira, Maio 19, 2006

AMIGOS

Vinicius de Morais disse um dia:

"eu poderia suportar,
embora não sem dor,
que tivessem morrido todos os meus amores,
mas eulouqueceria se morressem todos os meus amigos!
A alguns deles,
eu não procuro,
basta-me saber que eles existem e que estão bem!
Esta mera condição encoraja-me a seguir em frente pela vida....
mas é sempre delicioso que eu saiba e sinta que os adoro,
embora não declare e não os procure sempre....."

Mudam-se os tempos mudam-se as vontades!

Quando era adolescente eu ia para o café conversar com os amigos.
Não tinha responsabilidades, vivia em casa dos meus pais, quem tratava da casa era a minha mãe, era uma maravilha e mesmo assim eu passava o tempo a reclamar...
Mas tinha tempo para conhecer pessoas, ver as pessoas, tocar nas pessoas, sentir-lhes o seu cheiro...
Agora com 38 anos o tempo é menos, as responsabilidades muito maiores, embora continue a frequentar um cafézito de vez em quando... já não me dou ao luxo de o fazer nem todos os dias, nem tardes inteiras de plena cavaqueira...
Contudo a necessidade de comunicar está entranhada em mim!
E mesmo depois de fazer o jantar, lavar a loiça, por roupa a lavar e estender, apanhar a roupa do dia anterior, passar a ferro as peças que vou precisar de vestir no dia, lavar a casa de banho... blá, blá, blá... isto não falando de qundo tenho de dar um geito na casa...
Mas como eu ia dizendo lá por volta da meia noite 1 da manha, lá vou eu dar uma volta pelos meus blogs preferidos, conversar um pouco em tempo não real, deixar uns comentários... ler um pouco as pessoas com quem me identifico...
Embora de uma forma mais insipida, eu continuo a comunicar...
Quando estou no trabalho e tenho tempo visito os blogs dos meus amigos... faço comentários, e leio os comentários que deixam no meu blog...
Esta é a evolução dos tempos!

Quarta-feira, Maio 17, 2006

Johnny Depp



Johnny Depp já mostrou muito dotes na arte cinematográfica!
Depois dos Piratas das Caraibas, em que tem uma prestação magnifica...
Notei que tem tido sempre um fio condutor em relação ao respeito a ter pelas criânças!!!
Já se tinha notado no "Chocotate", em "À procura da terra do nunca" é gritante, no entanto adorei a critica da "Fábrica de chocotate".
Para mim 3 grandes filmes e bem necessários aos pais de hoje!
Que cada vez mais se preocupam em manter as crianças ocupadas com os bens materiais, TVs, Computadores, Consolas...
E que os consola?
Quem os ensina a ser HUMANOS?
Temos de ser nós pais!
Somos nós que quando somos meigos, ternurentos, compreenssivos, cúmplices, flexiveis...
Lhes estamos a ensinar o significado prático dessas palavras tão necessárias nos dias de hoje!

Bora lá pais!
Objectivos nessas vidas!
Se em vez de ganhares muito dinheiro, enriquece os teus filhos com as tuas expriências, fala com eles, joga a bola, prega partidas, sê cumplice! Faz disparates com eles!!!
Ganha a sua credibilidade!
É na infancia que essa tarefa tem de ser cumprida, porque na adolescência, vai ser duro!!!

À procura da terra do nunca

É mágico e grandioso!
Para quem as crianças são das coisas mais importantes da sua vida é um filme a não perder!

SINOPSE

"7 NOMEAÇÕES OSCAR DA ACADEMIA
incluindoMELHOR FILME

Aonde nos leva a imaginação?

A imaginação prodigiosa de um homem e a sua pungente jornada, entrelaçam-se numa emocionante história inspirada em acontecimentos da vida do escritor escocês James Mathew Barrie.Após o insucesso de sua última peça, e com uma vida amorosa algo decepcionante, J. M. Barrie, desafiando as convenções de uma Londres eduardiana, torna-se acompanhante de uma viúva solitária, e pai substituto para os seus quatro jovens filhos.Na companhia dessa nova família, Barrie encontrará a grande inspiração para criar o ficcional herói Peter Pan, o famoso clássico da literatura infantil que fala directamente com a criança que existe em todos nós. "

REALIZADOR Marc Forster

INTÉRPRETES Johnny Depp, Kate Winslet, Julie Christie, Radha Mitchell, Dustin Hoffman, Freddie Highmore, Joe Prospero, Nick Roud, Luke Spill, Ian Hart, Kelly Macdonald, Mackenzie Crook, Eileen Essel.

Segunda-feira, Maio 15, 2006

Sorrisos




Com o passar dos anos olho a vida de forma diferente
As pessoas, as suas atitudes...
Engraçado como quando temos uma admiração grande por alguém
só vemos qualidades, os defeitos esses são justificaveis!
Até o dia em que as atitudes nos ferem
Nessa altura começamos por nos questionar...
Quando sou AMIGA sou-o!
INCONDICIONALMENTE!
Estou de corpo e alma!
Hoje fiquei muito magoada com uma amiga!!!
O silêncio magoa muito!
Principalmente quando se foi tão cumplice, tão confidente!
É nas pequenas acções que vemos do que somos capazes!

Parabéns!!!


Parabéns pelas 40 primaveras!
Parabéns pela capacidade de mudar!
Renascer é também uma forma de evolução!
Hoje faz anos um Homem que amei toda a vida!
Com defeitos (buésssssss) e qualidades (algumas)
Mas com um olhar que me desconcerta!
Nesta mudanças de idade e de postura de vida,
Desejo de coração que consigas manter esse sorriso nos teus olhos!
E que continues a envolver a tua vida de coisas bonitas (como eu! hehehehehe)!
Mas que consigas ser forte e escolher somente o que te faz sorrir!!!
PARABÉNS!

Quarta-feira, Maio 10, 2006

Reflexão de nós em mim


As noites muito longas voltaram...
Ouço cada passo do ponteiro dos segundos do relógio da cozinha
Penso e repenso
Penso na vida
Penso em mim...
Tudo é tão estranho!
Da indiferença fez-se atenção desmedida!
Da fuga fez-se olhar penetrante!
Da ausência fez disponibilidade!
Da mudez fez-se um relembrar constante de sentimentos!
Da avareza fez-se a partilha!
Do egoismo fez-se um quase autroismo!
Tudo isto como?
Tudo isto porquê?
A mudança tão drática faz-me questionar...
Como será possivel manter uma mudança tão intensa?
Que continuidade irá ter?
Não é possivel manter um brilho que não é próprio durante muito tempo!
Como é possivel ser-se tão cruel...
E agora voltar com tanto para dar!
Porque?
Porque razão?
E até quando?
De tão pouco fez-se um sonho...
Mas eu sei que não é real!
Eu sinto que estou a sonhar...
E que um dia vou acordar envolvida
dedicada, aguardando um abraço
e...
Tenho medo!
Sinto medo daquela substância que em tempos te afastou de mim!
O seu chamamento foi muito mais forte!
Mas eu que sempre fui tão positiva
Não vou alimentar estes sentimentos mesquinhos!
Tenho de ACREDITAR
Lutamos juntos contra ela,
e quem sabe se na minha ausência
a saudade falou mais alto!
Mas não forces ser alguém que depois não consegues manter!
Estás novamente a criar prespectivas para as quais não estás preparado!
Depoís é a desilusão
E para ti a frustação
que sabemos tão bem como acaba!!!!
Veste-te de ti e não de outro!
Pois só assim poderás ser avaliado com VERDADE!
O AMOR esse sempre existiu!
Resta saber o que fazemos com ele!!!

Segunda-feira, Maio 08, 2006

Sem rancores nem ódios

Sonhei tanto!
Desejei tanto! Sem raiva, isenta de culpas!
Aceitei a vida com um sorriso!
E voltei a sorrir...
Conheci novas gentes...
Novos hábitos...
Caminhei na vida de mão dada com a esperança!
De peito aberto a novas alegrias...
E voltei a sorrir!
Mas o passado, regressou!
Com uma postura inversa, mas regressou...
O medo de voltar a chorar instalou-se!
As atitudes são opostas, mas o medo da dor é o mesmo!
Os olhos que agora procuram os meus
São os mesmos que me fugiram...
Sem rancores nem ódios!
Protegi-me da dor, enfrentei o desespero!

Os braços que me tentam aconchegar
São os mesmos que ficaram inertes no meu desespero!
Sinto medo!
Sinto medo de voltar a creditar!
E ser novamente abandonada com aquela crueldade toda que um dia senti!
Mas um amor que resiste a VINTE ANOS de ausência...
Mas um amor que resiste ao ciúme
Mas um amor que resiste à pressão familiar
Mas um amor que resiste a substâncias aplativas
Vai com toda a certeza resistir tamém ao MEDO!
Eu não consiguiria viver na incerteza!
Eu tenho de testar!
Não vou negar-me a 5 minutos que sejam
Vou viver este AMOR como se fosse a primeira vez!
Sem rancores nem ódios!

Domingo, Maio 07, 2006

Dia da Mãe


Eu que não cresci perto da minha mãe
Sou mãe!
Sou madrasta!
Sou tia!
E em todas as situações amo incondicionalmente
nunca mais, nem tanto como amo o meu filho!
Mas entrego-me e dedico-me de alma e coração,
Ensinando com respeito
Amparando com flexibilidade e compreenção
Sendo cumplice, mostrando o caminho que acredito!
Aprendendo com eles a sua expriencia de vida...
Falando dos prós e dos contras das suas decisões!
Amando-os SEMPRE!
Porque um dia conheci Maria de Jesus, uma MULHER linda que ama incondicionalmente quem a rodeia, não é culta, nem conhece Mundo..., não é literada, nem estudou... Trabalhou toda a vida e sempre dependeu do marido (meu pai), que nem sempre lhe soube dar o seu devido valor!
Mas Maria de Jesus continua a seu lado mesmo sabendo que em muitas situações ele errou e a afastou das pessoas que mais ama, por despeito, por ciúme... Ele é meu pai! Eu respeito-o por isso!
Mas Maria de Jesus é minha Madrasta e é LINDA!
Porque me ensinou a AMAR INCONDICIONALMENTE os outros e envolveu a minha vida de pessoas magnificas!
Obrigada Maezinha por tudo o que fizes-te por mim...
E talvez nunca saibas o valor que te dou porque não tenho coragem de to dizer!
Mas depois do meu filho és a pessoa mais importante para mim!
Talvez nunca o venhas a saber!
AMO-TE MUITO!

Sábado, Maio 06, 2006


"Penso e repenso...
No que eu me tornei...
Não encontro solução para tudo o que desejei.
Olho o azul do ceu e nada vejo
Sinto a brisa do mar como um beijo
As ondas correm para me abraçar
E eu aqui tão só,
Por tanto te amar
Penso e repenso,...

E nada me vem à mente fico triste
neste clima de desamor.
Quando amo quero estar perto
Quero acertar o que não está certo!
Deixar os olhos falar do coração
E se falhar...
Pedir perdão.
Quero puder amar sem medo!
Não me inquietar de ser tarde ou ser cedo
Quero entregar-me...
Sem medo de me enfadar
Quero gritar a imensidão do AMOR
Sem ter de sentir esta dor
E não ser correspondida...
Quero puder sarar esta ferida! "

Um dia senti e escrevi este poema...
As feridas essas não sei de um dia vão sarar,
mas o Amor em que acredito continua igual a si mesmo, imutável!
A premuta de bem estar é indispensável para duas pessoas que se querem!

Senti na pele o que é ser desejada, querida, mimada e adorei!
"O coração tem coisas que a razão desconhece!"
E eu queria muito não ter de magoar!
Principalmente quem me fez tão bem...

Quem tem uma sensibilidade imensurável...
Quem a vida já tanto marcou pela perda...
Quem tanto dá pelo outro...
Quem um dia eu quis muito aprender a amar...

Mas querer nem sempre é puder!
E quando o coração já está preenchido...
Por muito que se queira,
Por muito que se deseje...

É gritante o desalento que sinto!
É sufocante a revolta em mim!
A desilusão de mim em mim!
Eu queria muito mas...

Tenho de gostar mais de mim do que de outrem!
E tenho de seguir o que acredito!
E eu acredito na sinceridade, no olhar dentro dos olhos,
Na abstração de nós pelo que amamos!

A minha vontade é...
Mas a do outro não deixa de ser,
porque a minha existe!

É assim que espero ser tratada...

Com premuta de bem estar!

Eclipse


Como pode alguém ser tão pouco?
Como pode deixar que outro alguém seja tanto!
Não ter vontade própria... deixar-se ir simplesmente
"Uma vontade de ir
correr o mundo e partir
a vida sempre a sorrir"...

Como se pode mudar de um dia para o outro
tanto e tão depressa...
sem sequer dar tempo para pensar.

Um dia disseram-me:
"Ninguém muda tanto em tão pouco tempo!"
É um facto!
Mas a verdade é que mudou!
E como puderia eu viver na incerteza dessa mudança?
Tenho mesmo de a testar!
Tenho mesmo de ir em frente.
Mesmo sabendo que vou esmorrar-me
Mesmo sabendo que amanha já é outro dia!
Mesmo sabendo o que está para trás,
E conseguindo advinhar o que vem para a frente...
Mas na pior das hipoteses é ficar como estou,
passando por momentos tão mágicos novamente!
Momentos que julguei não mais sentir...
Momentos que julguei ser simplesmente Passado!
Vou enfrentar a vida de peito aberto...
A agua de um rio não passa duas vezes pelo mesmo lugar
Mas se vivi este AMOR duas vezes...
e avizinha-se uma terceira porque não abrir o peito e vive-lo
com todas as minha forças...
Mesmo sabendo que poderá ser por pouco tempo eu vou vive-lo!!!
Eu tenho esse direito de escolher ser FELIZ por um minuto, por uma hora...
Quem sabe se por uma semana, talvez até um mês...
Mas nada me diz que não seja por um ano
ou por uma vida!

Loucura



Acordo sem o contorno do teu rosto na minha almofada
Sem o teu peito liso e claro como um dia de vento
E comeco a erguer a madrugada com as duas maos que me deixas-te esitante nos gestos porque os meus olhos partiram nos teus
Meu amor Amor de um breve madrugada de bandeiras
Arranco a tua boca da minha e desfolho-a lentamente ate que outra boca e sempre a tua boca comece de novo a nascer na minha boca
Que posso eu fazer se nao escutar o coração inseguro dos passaros...
e perguntar ...
O que aconteceu?

Eugenio de Andrade decorado por mim ha 24 anos

Sexta-feira, Maio 05, 2006

Quem disse


"Quem disse que esta ausência te devia?
Quem pensou que esta denúncia se enganava?
Que um dia era pior que outro dia
Que à noite era melhor porque sonhava?
Quem disse que esta dor te pertencia?
Quem pensou que este amor me perturbava?
Que o longe era mais perto se fugias
Que o dentro era mais longe porque estavas?
Quem disse que este ardor te evidência?
Quem pensou que esta pename cansava?
Que calar era pior se te despia
Que gritar era pior se te largava?
Quem disse que esta paixão me curaria?
Quem pensou que esta loucura me passava?
Que deixar-te era paz porque corria
Que querer-te era mau porque te amava?
Quem disse que esta paixão te espantaria?
Quem pensou que esta saudade me rasgava?
Que tudo era diferente se te via
Que o pior era saber que aqui não estavas?
Quem disse que esta ternura te devia?
Quem pensou que este saber se enganava?
Neste langor crescente que crescia
Neste entender de nós que cintilava?"

Maria Teresa Horta

Olhando o mar, sonho sem ter de quê


"Olhando o mar,
sonho sem ter de quê
Olhando o mar,
sonho sem ter de quê.
Nada no mar,
salvo o ser mar, se vê.
Mas de se nada ver quanto a alma sonha!
De que me servem a verdade e a fé?
Ver claro! Quantos, que fatais erramos,
Em ruas ou em estradas ou sob ramos,
Temos esta certeza e sempre e em tudo
Sonhamos e sonhamos e sonhamos.
As árvores longínquas da florestaParecem,
por longínquas, 'star em festa.
Quanto acontece porque se não vê!
Mas do que há pouco ou não há o mesmo resta.
Se tive amores? Já não sei se os tive.
Quem ontem fui já hoje em mim não vive.
Bebe, que tudo é líquido e embriaga,
E a vida morre enquanto o ser revive.
Colhes rosas? Que colhes, se hão-de ser
Motivos coloridos de morrer?Mas colhe rosas.
Porque não colhê-lasSe te agrada e tudo é deixar de o haver?"

Fernando Pessoa

Terça-feira, Maio 02, 2006

Carta do Chefe Seattle - 1854

“O que ocorrer com a terra, recairá sobre os filhos da terra. Há uma ligação em tudo.”----Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa-idéia nos parece estranha. Se não possuímos o frescor do ar e o brilho-da água, como é possível comprá-los?

Cada pedaço desta terra é sagrado para meu povo.
Cada ramo brilhante de um pinheiro, cada punhado de areia das praias, a penumbra na floresta densa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados na memória e experiência de meu povo.
A seiva que percorre o corpo das árvores carrega consigo as lembranças do homem vermelho.
Os mortos do homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas.
Nossos mortos jamais esquecem esta bela terra, pois ela é a mãe do homem vermelho.
Somos parte da terra e ela faz parte de nós.
As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia, são nossos irmãos.
Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do corpo do potro, e o homem - todos pertencem à mesma família.

Portanto, quando o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, pede muito de nós.
O Grande Chefe diz que nos reservará um lugar onde possamos viver satisfeitos.
Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos.
Portanto, nós vamos considerar sua oferta de comprar nossa terra.
Mas isso não será fácil.
Esta terra é sagrada para nós.
Essa água brilhante que escorre nos riachos e rios não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados.
Se lhes vendermos a terra, vocês devem lembrar-se de que ela é sagrada, e devem ensinar as suas crianças que ela é sagrada e que cada reflexo nas águas límpidas dos lagos fala de acontecimentos e lembranças da vida do meu povo.
O murmúrio das águas é a voz de meus ancestrais.
Os rios são nossos irmãos, saciam nossa sede.
Os rios carregam nossas canoas e alimentam nossas crianças.
Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem lembrar e ensinar a seus filhos que os rios são nossos irmãos e seus também.
E, portanto, vocês devem dar aos rios a bondade que dedicariam a qualquer irmão.
Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes.
Uma porção da terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem à noite e extrai da terra aquilo de que necessita.
A terra não é sua irmã, mas sua inimiga, e quando ele a conquista, prossegue seu caminho.
Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e não se incomoda.
Rapta da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa.
A sepultura de seu pai e os direitos de seus filhos são esquecidos.
Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas que possam ser compradas, saqueadas, vendidas como carneiros ou enfeites coloridos.
Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.
Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus.

A visão de suas cidades fere os olhos do homem vermelho.
Talvez seja porque o homem vermelho é um selvagem e não compreenda.
Não há um lugar quieto nas cidades do homem branco.
Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. Mas talvez seja porque eu sou um selvagem e não compreendo.
O ruído parece somente insultar os ouvidos.
E o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa, à noite?
Eu sou um homem vermelho e não compreendo.
O índio prefere o suave murmúrio do vento encrespando a face do lago, e o próprio vento, limpo por uma chuva diurna ou perfumado pelos pinheiros.
O ar é precioso para o homem vermelho, pois todas as coisas compartilham o mesmo sopro - o animal, a árvore, o homem, todos compartilham o mesmo sopro.
Parece que o homem branco não sente o ar que respira.
Como um homem agonizante há vários dias, é insensível ao mau cheiro.
Mas se vendermos nossa terra ao homem branco, ele deve lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar compartilha seu espírito com toda a vida que mantém.
O vento que deu a nosso avô seu primeiro inspirar também recebe seu último suspiro.
Se lhes vendermos nossa terra, vocês devem mantê-la intacta e sagrada, como um lugar onde até mesmo o homem branco possa ir saborear o vento açucarado pelas flores dos prados.
Portanto, vamos meditar sobre sua oferta de comprar nossa terra.
Se decidirmos aceitar, imporei uma condição:
o homem branco deve tratar os animais desta terra como seus irmãos.

Sou um selvagem e não compreendo qualquer outra forma de agir.
Vi um milhar de búfalos apodrecendo na planície, abandonados pelo homem branco que os alvejou de um trem ao passar.
Eu sou um selvagem e não compreendo como é que o fumegante cavalo de ferro pode ser mais importante que o búfalo, que sacrificamos somente para permanecer vivos.
O que é o homem sem os animais?
Se todos os animais se fossem o homem morreria de uma grande solidão de espírito.
Pois o que ocorre com os animais, breve acontece com o homem.
Há uma ligação em tudo.
Vocês devem ensinar às suas crianças que o solo a seus pés é a cinza de nossos avós.
Para que respeitem a terra, digam a seus filhos que ela foi enriquecida com as vidas de nosso povo.
Ensinem as suas crianças o que ensinamos as nossas que a terra é nossa mãe.
Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra.
Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos.
Isto sabemos:
a terra não pertence ao homem; o homem pertence à terra.

Isto sabemos:
todas as coisas estão ligadas como o sangue que une uma família. Há uma ligação em tudo.O que ocorrer com a terra recairá sobre os filhos da terra.
O homem não tramou o tecido da vida; ele é simplesmente um de seus fios.
Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.
Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar isento do destino comum.
É possível que sejamos irmãos, apesar de tudo.
Veremos.
De uma coisa estamos certos - e o homem branco poderá vir a descobrir um dia:
nosso Deus é o mesmo Deus.
Vocês podem pensar que O possuem, como desejam possuir nossa terra; mas não é possível.
Ele é o Deus do homem, e Sua compaixão é igual para o homem vermelho e para o homem branco.
A terra lhe é preciosa, e ferí-la é desprezar seu criador.
Os brancos também passarão; talvez mais cedo que todas as outras tribos.
Contaminem suas camas, e uma noite serão sufocados pelos próprios dejetos.
Mas quando de sua desaparição, vocês brilharão intensamente, iluminados pela força do Deus que os trouxe a esta terra e por alguma razão especial lhes deu o domínio sobre a terra e sobre o homem vermelho.
Esse destino é um mistério para nós, pois não compreendemos que todos os búfalos sejam exterminados, os cavalos bravios sejam todos domados, os recantos secretos da floresta densa impregnadas do cheiro de muitos homens, e a visão dos morros obstruída por fios que falam.
Onde está o arvoredo?
Desapareceu.
Onde está a águia?
Desapareceu.
É o final da vida e o início da sobrevivência."

Em 1854 já os indios tinham esta visão!
Quem aqui é o SELVAGEM?
Não será de certeza quem AMA A TERRA desta forma tão incondicional!!!

Segunda-feira, Maio 01, 2006

Dia Mundial do trabalhador


"O 1º de Maio é celebrado mundialmente como o "Dia do Trabalhador".
Mas esta data tem uma história.

A "miséria imerecida"Em finais do século XIX, com o início da industrialização, começaram a aparecer novos problemas relacionados com o trabalho.
O Papa Leão XIII dá conta do "temível conflito" que se estava a gerar "entre o mundo do capital e o do trabalho" dando lugar a uma situação de "miséria imerecida" (encíclica "Rerum Novarum", 15-05-1891).
Um dos principais problemas que atingiam os operários era o horário de trabalho.
Trabalhava-se de sol-a-sol, como os agricultores.
Alguns reformadores sociais já tinham proposto, em várias épocas, a ideia de dividir o dia em três períodos:
oito horas de trabalho,
oito horas de sono
e oito horas de lazer e estudo,
proposta que, como sempre, era vista como utópica pelos empregadores.
Com o desenvolvimento do associativismo operário, e particularmente do sindicalismo, a proposta da jornada de oito horas tornou-se um dos objectivos centrais das lutas operárias e também causa de violentas repressões e de inúmeras prisões e até morte de trabalhadores.

Os "Mártires de Chicago"No 1º de Maio de 1886, milhares de trabalhadores de Chicago (Estados Unidos da América), tal como de muitas outras cidades americanas, foram para a rua, exigindo o horário de oito horas de trabalho por dia. No dia 4 de Maio, durante novas manifestações, uma explosão serviu de pretexto para a repressão brutal que se seguiu, que provocou mais de 100 mortes e a prisão de dezenas de operários.
Este acontecimento, que ficou conhecido como os "Mártires de Chicago", tornou-se o símbolo e marco para uma luta que, a partir daí, se generalizou por todo o mundo.

Os novos problemasPassados todos estes anos, a história do movimento operário continua a ser feita de avanços e recuos, vitórias e derrotas.

Entre nós, a luta pelo horário de oito horas também tem uma longa história.
Só em Maio de 1996 o Parlamento aprovou a lei da semana de 40 horas (oito horas diárias de segunda a sexta feira). No entanto, as horas extras e o trabalho em fins de semana, acabam muitas vezes por anular as conquistas consignadas na lei.As novas formas de organização do trabalho, a precarização e a globalização vem trazer novos problemas que os trabalhadores têm que enfrentar.
A exploração do trabalho infantil e da mulher, bem como dos imigrantes são um desafio permanente à imaginação e à capacidade de organização e de luta dos trabalhadores.

A solidariedade
A Doutrina Social da Igreja propõe a solidariedade - a que chama "virtude" - como o meio necessário e indispensável para que a luta dos trabalhadores pela sua dignidade, seja eficaz. João Paulo II, na "Solicitude Social da Igreja" (nº 38), reconhece "como valor positivo e moral, a consciência crescente da interdependência entre os homens e as nações.

O facto de os homens e as mulheres, em várias partes do mundo, sentirem como próprias as injustiças e as violações dos direitos humanos cometidas em países longínquos, que talvez nunca visitem, é mais um sinal de uma realidade interiorizada na consciência, adquirindo assim conotação moral.
Trata-se antes de tudo da interdependência apreendida como sistema determinante de relações no mundo contemporâneo, com as suas componentes - económica, cultural, política e religiosa - e assumida como categoria moral. Quando a interdependência é reconhecida assim, a resposta correlativa, como atitude moral e social e como "virtude", é a solidariedade. Esta, portanto, não é um sentimento de compaixão vaga ou de enternecimento superficial pelos males sofridos por tantas pessoas, próximas ou distantes.
Pelo contrário, é a determinação firme e perseverante de se empenhar pelo bem comum; ou seja, pelo bem de todos e de cada um, porque todos nós somos verdadeiramente responsáveis por todos.

"Dia de festa"
Não se pense que este dia, herdeiro de uma forte tradição de luta operária, à mistura com perseguições, prisões e até mortes, é um dia triste. Não, porque nele também se recordam as conquistas - pequenas e grandes - que os trabalhadores foram conseguindo através dos tempos. É uma longa história que sabe bem recordar e celebrar.
Os Movimentos Operários da Acção Católica - JOC e LOC/MTC - costumam celebrar o 1º de Maio como o "Dia da Solidariedade", em que propõem aos seus membros e amigos, além de recordar e celebrar o significado histórico deste dia, a participação com um dia de salário para as despesas dos respectivos Movimentos.

Dia de S. José Operário
A Igreja quis dar a este dia de acção e de festa - "A Festa do Trabalho" - uma dimensão de fé. Em 1955, o Papa Pio XII instituiu a Festa de S. José Operário, a ser celebrada precisamente no dia 1 de Maio de cada ano."

Fim de semana como Avó!




Eu tenho um dos netos mais lindos do MUNDO!

Um fim de semana calmo, lindo a tratar do meu neto emprestado!

É tão gratificante, um sorriso dele, quando adormece ao meu colo... Não consigo transcrever por palavras... É bom demais!

Olha aqui eu motoqueira




A liberdade que se sente quando se acelera.
Hoje andei a 165 km/h no Auto-estrada, foi incrivel!
Desde os meus 15 anos que não andava de mota a sério.
Uma sensação inesplicável...
Eu acho que substimei em demasia a vida!
Há coisas muito melhores que sofrer por amor,
limitar-me a esperar pelo que não vem...
Agora estou a libertar-me...
A saborear o que a vida tem para me dar, sem estar limitada a nada nem a ninguém!
Vou saborear cada dia como se fosse o ultimo, sem ter de ultrapassar os meus limites, sem ter de ir contra os meus príncipios.
Eu sou como sou!
Não tenho de mudar!
Só assim poderei encontrar pessoas e situações que me façam Sorrir para a vida!
Estou a adorar esta minha etapa!
Vivo cada dia como se fosse o ultimo!
Com ENTREGA!
Sem preconceitos, nem tabús...
Mas respeitando-me SEMPRE!